Desde o início da Garapa, convivemos com uma pergunta simples: o que fazemos? A resposta é mais simples ainda: não definimos. Multimídia, hipermídia, áudio-slideshow, jornalismo wiki, novo documentarismo… Avessos a rótulos, fazemos o que gostamos de fazer, seja qual for a plataforma.Um fato, entretanto, é incontestável: encontramos na internet a melhor parceira para a exibição, divulgação e fomentação do que estamos fazendo. Não poderia ser de outra forma, já que a Garapa surgiu de um descontentamento com o mercado do fotojornalismo nacional. A cada dia gasto nas redações, víamos que faltava espaço para a nossa produção e sobravam histórias a serem contadas.Foi assim que, no final de mais um expediente, sentamos no Folhão (o boteco em frente à Folha de S. Paulo) e, em meio a garrafas de cerveja, generosas doses de cachaça e guardanapos rabiscados, uma nova idéia nascia: a Garapa, um site de jornalismo independente que se comprometesse exclusivamente com um objetivo - contar histórias.Para contá-las, misturamos fotos, áudio, video, texto e tudo mais que possa ser narrativa - resultado dessa paixão, loucura e entusiasmo pelo que julgamos ser a essência do fotojornalista: um contador de histórias, alguém que enxerga conteúdo a cada esquina, cada pessoa, cada ambiente, e que não se contenta “apenas” com um clique.Confira: garapa.org